... voltar a voar nos teus braços... nessa dança suprema onde a alma já não toca o velho continente... império desvanecido... só tu e eu... na cintilação de nova era onde te espero... vem, vamos correr de mãos dadas pelos prados verdes e mergulhar no centro do mar azul... só tu e eu... sem mágoas, nem dormências mentais... podemos construir uma catedral de luz onde se ergue o nosso amanhecer... só tu e eu... hino dissipado de sombras... e o véu que levantamos na ante-câmara do olhar... só tu e eu...