No luar saturnino corre uma brisa fresca como o verde do teu olhar... ponto certo na transmutação da trilogia das águas, onde habita o infinito crepuscular da memória... e perco-me no teu odor embriagante de Paris... sempre que para mim sorris...
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sexta-feira, 20 de julho de 2012
odores de Paris...
No luar saturnino corre uma brisa fresca como o verde do teu olhar... ponto certo na transmutação da trilogia das águas, onde habita o infinito crepuscular da memória... e perco-me no teu odor embriagante de Paris... sempre que para mim sorris...
quinta-feira, 15 de março de 2012
entre marés lunarizadas...
No canto velejado do murmurar das águas… escorrem gotas de floresta densa que transportas no olhar… e em nós alongam-se céus dum infinito que ainda desconhecemos… nesse lastro onde a terra se funde no mar… (entre marés lunarizadas…)
domingo, 15 de janeiro de 2012
odor decifrado...
Quebro todos os espelhos... e nos seus estilhaços, redimensiono todos os meus espaços... onde passo a passo cresce o odor decifrado... nas dobras do mar salgado...
terça-feira, 15 de novembro de 2011
água jade do teu olhar...
Decalcas na areia suada do deserto... o som da água jade do teu olhar, em filamentos imemoriais... e quando as tuas mãos me pertencem em ângulos certos... entendo a gruta secreta do meu coração... numa voz respirada em mil luares abertos...
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
no teu respirar...
Há no teu respirar uma travessia em contra-luz que me seduz... deserto aberto e murmurante às feridas colhidas na seiva da terra ardente... pérolas inquietas no refúgio do teu olhar, onde guardo todo o meu aMar...
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